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Preservação do meio ambiente em primeiro lugar

A preocupação com o meio ambiente está cada vez mais evidente. O descarte consciente de lâmpadas é uma das iniciativas que já faz parte do dia-a-dia da população. Por isso, no dia 04 de julho, a Certa, em parceria com a Escolha Ecológica e Engenharia, apresentou ao público a "operação papa-lâmpadas".

A iniciativa visou mostrar como o descarte de lâmpadas fluorescentes pode ser feito de maneira segura e eficiente, além de todo o processo de reciclagem do material.Além de explicar à população o funcionamento do Papa-lâmpadas, equipamento portátil utilizado para reciclagem das lâmpadas queimadas, os engenheiros ambientais Bruno Faria de Azevedo e Thiago Santos Alves de Oliveira, responsáveis pelo processo, fizeram uma demonstração da operação à população.Segundo a diretora comercial da empresa Kátia Pehrson, é importante deixar claro que a empresa paga pelo processo de reciclagem. "Dependendo da quantidade de lâmpadas, pagamos em média de R$0,60 a R$0,75 por lâmpada reciclada", afirma.A gerente comercial, Cláudia Cassaro, ressalta a importância de tornar conhecimento público qualquer meio que permita melhor qualidade de vida. "Fazemos tudo isso em prol do cliente.

É tão satisfatório trazer precursores para a preservação do meio ambiente. Nós, e principalmente os clientes, só temos a ganhar com tudo isso".O cliente Sebastião Silva, que se mostrou bastante interessado em saber o funcionamento do Papa-lâmpadas, ressaltou durante a explicação a importância de se investir em projetos como esse.

"A Certa deu o ponto de partida para que outras empresas tenham a mesma iniciativa de aderir ideias que contribuam com a preservação do meio ambiente", afirma.Cláudia Cassaro vai além. "Por falta de informação, muitas pessoas continuam depositando as lâmpadas em lixões, e consequentemente, contribuindo com a contaminação de solos".Kátia conta que a Certa sempre manteve a responsabilidade ambiental em primeiro lugar. "Agora reciclar lâmpadas é lei, mas antes mesmo de se tornar, já reciclávamos nossas lâmpadas com o intuito de preservar o meio ambiente.

 Já tínhamos essa consciência e trabalhávamos em cima desse conceito". E ainda acrescenta: "A empresa recicla lâmpadas há seis anos".O que antes era questão de consciência, agora é lei no estado do Rio de Janeiro. Isso mesmo! Foi publicado no Diário Oficial do mês de março, o decreto que regulamenta a Lei nº. 5.131, que determina que fabricantes, distribuidores, importadores, revendedores e comerciantes de lâmpadas disponibilizem recipientes adequados para o descarte do produto.De acordo com a lei, o produto deve ser transportado em recipiente metálico ou de madeira. As lâmpadas tipo bulbo ou circulares (de vapor de mercúrio, vapor de sódio, luz mista ou similar) poderão ser armazenadas em tambores.

Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas (ABCM), embora uma lâmpada quebrada libere pequena quantidade de mercúrio, o problema ambiental pode ser gerado pelo efeito acumulativo e persistente do metal pesado proveniente de muitas lâmpadas.Outro ponto importante destacado pela lei é que os estabelecimentos que servirão de pontos de coleta deverão afixar, em locais visíveis de modo explícito, informações para alertar e conscientizar o usuário sobre e a necessidade do descarte correto das lâmpadas para evitar a contaminação do meio ambiente e garantir a proteção da saúde humana.

De acordo com a ABCM, o Brasil consome 100 milhões de lâmpadas fluorescente por ano e apenas 6% passa por algum processo de reciclagem.Assim como a Certa, a Prefeitura de Volta Redonda, por meio da Secretária de Serviços Públicos, também aderiu ao projeto papa-lâmpadas, para a reciclagem das lâmpadas queimadas dos seus órgãos e autarquias.


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